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Mestre Pequenina: esteio na União do Vegetal

Mestres da Origem · · Equipe do Blog

Mestre Pequenina: esteio na União do Vegetal
Foto: Yuugi Makiuchi (1985) | Colorização: Tiago Hoisel.

Pequenina no nome, grande na nobreza! É assim que nos lembramos hoje, em plena primavera, da nossa querida Raimunda Ferreira da Costa, a Mestre Pequenina. Companheira de jornada de Mestre Gabriel, foi e é uma pessoa fundamental na criação da União do Vegetal – uma casa acolhedora que se espelha naquela casinha de caboclo da Rua Abunã (Porto velho – Rondônia) aonde dona Pequenina, seu Gabriel e os filhos geraram um “Grande Reinado”, como diz a música de Jota Lima tocada nas Sessões da UDV.

Ao lado de Mestre Gabriel, Mestre Pequenina testemunhou o nascimento da União do Vegetal e viu chegar os primeiros irmãos, os irmãos da segunda geração e os filhos dos seus filhos. “Quão ilustre é a oportunidade de conviver com distinta senhora”, contam-nos aqueles que tiveram a felicidade de conhecê-la mais de perto.

Por esta razão, o Blog da UDV nos apresenta por meio dos textos abaixo um pouco mais de Mestre Pequenina e sua força na construção deste grande reinado que é a União do Vegetal. Os textos já publicados no Blog foram escritos por pessoas que conviveram com Mestre Pequenina e têm o nosso reconhecimento pela amizade e carinho à ela dedicados.


Mestre Pequenina não era apenas a nossa mãe, mãe dos filhos que ela teve e dos que pegou para criar. Ela dizia que os discípulos da União eram os filhos dela.  Por aqueles que tinham consideração e respeito por ela, a mãe tinha carinho e cuidado. Aconselhava. Desde aquele tempo no seringal, e depois em Porto Velho, ela acolhia as pessoas que precisavam lá em casa. A comida que a gente comia os de fora também comiam. Esse é o exemplo de Mestre Pequenina, o espelho em que eu venho procurando me espelhar.

>> Leia na íntegra o texto de autoria do Getúlio Gabriel clicando aqui.


Foi no “batidão da estrada” da vida que se fez companheira, mãe biológica, mãe de tantos outros que à sua residência chegaram e encontraram, naquela humilde casa, o pão, que em épocas remotas, embora fosse pouco, sempre dava para os seus e mais alguém… Além do pão que saciava a fome, o afeto que consolava e alimentava o espírito.

>> Leia na íntegra o texto de autoria da Conselheira Ana Maria de Lima Souza clicando aqui.


Às vezes ela era séria e outras vezes muito bem-humorada e divertida. Pude conhecer essa mulher de fibra e aprender a gostar dela. Mulher sertaneja, forte e decidida no que queria. Não tinha meias palavras e dizia o que pensava de forma franca e aberta, sustentando o que aprendeu com nosso Grande Mestre e transmitindo os ensinamentos e a doutrina de forma clara. Ouvi algumas vezes ela dizendo que “o Mestre Gabriel criou a União do Vegetal no seio da sua família e que a União é para ser uma só família, pois somos todos irmãos. Que aqui podemos ser felizes, criar nossos filhos em um ambiente sadio e encontrar o caminho da salvação”.

>> Leia na íntegra o texto de autoria do Mestre Paulo Afonso Amato Condé clicando aqui.


[…] reconheço que ela é para nós o exemplo de uma grande mulher, vitoriosa na criação dos filhos e na parceria com seu companheiro de jornada, Mestre Gabriel, na criação da Grande Obra que é a União do Vegetal.

>> Leia na íntegra o texto de autoria da Conselheira Léa Maria D’Antonino Alves Condé clicando aqui.


O Mestre Gabriel, profundo conhecedor da alma humana, escolheu-a para cumprir sua missão, e fez questão de dizer, para quem não tivesse uma compreensão mais esclarecida, que ele recriou a União do Vegetal com Pequenina e se fosse necessário voltaria a recriá-la com ela.

>> Leia na íntegra o texto de autoria da Conselheira Ermanna Cavazzoli da Costa clicando aqui.

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